... reposição de COISAS minhas, actuais e antigas, algumas fotografias!!!... Sherpas!!!...
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
... Necha!!!... (antiga)
…muitas vezes, por associação de ideias, de nomes, de estórias aqui contadas, sem intenção, como recordação, simplesmente, utilizando chavões ou não, a meu jeito, claro…dá-me para relatar coisas, dum passado, já distante, o de dantes, muito pior do que o de agora, o que muitos, saudosamente, apelidam de…tempos da lavoura e, outras tretas mais!!!... Podem estar descansados que não é meu propósito, por agora, voltar a tema já gasto, ultrapassado, posto de lado!!!...
…foram casos, são reflexos fugazes que, queira ou não, me assolam o pensamento, episódios vários, passados comigo, com gentes que brincavam, que se cruzavam, por vezes, no meu caminho, em terra pequena, de todos conhecidas…nos meus tempos de gaiato, a milhas de televisões, de leitores de cassetes e de DVD,s, de computadores, de play stations, de tudo o que, nos nossos dias…é normal, natural, entretém, obsessão até…direi!!!...
…os brinquedos não se compravam, faziam-se, com os materiais que tínhamos mais próximos, na rua, nos campos, em casa…restos de telhas, de tijolos, pedras, arames, latas vazias de conserva, paus, alguns pedaços de madeira, a bicharada dos campos e…muita, muita imaginação!!!... Claro, havia excepções!!!... A dos meninos, nos seus grandes casarões!!!...
…tal como agora, (…duma maneira mais sofistificada!!!...) formavam-se bandos, consoante a rua, consoante a proximidade, independentemente de classes sociais, os mais normais ou…de acordo com elas, inconscientemente!!!... Recordo-me que, por vezes, havia brigas entre os ditos que…se resolviam com uns engalfinhamentos, umas cabeças partidas, uns arranhões!!!... Nada de grave, próprio da idade, dos tempos…diferentes, mais saudáveis, embora miseráveis, para muitos, os dos pés descalços!!!...
…nestas guerras de rua, com muito alvoroço, com muita gritaria…distinguiam-se três elementos que, todos temiam, pela valentia, pela agressividade!!!... E, daí a minha recordação, eram conhecidos por todos, entre eles, como o Necha, o Nacho e o Nanacho!!!... Eram descendentes de famílias bastante carenciadas, com muitos irmãos, vítimas da vida, extracto mais baixo, entre os baixos, habituados a valerem-se por eles, de garras bem afiadas, sempre de prevenção e, aos poucos, atingiram esse estatuto, o de intocáveis, o de temidos por todos!!!... Depois de crescido, pela ordem natural da vida, deixei de os ver!!!... Passados uns anitos bem largos, quando me fizeram tropa, sem vocação, quando me enviaram para o Ultramar, por obra do acaso…vim encontrar, cumprindo o seu dever, à força, dois deles, já homens, como eu… o Necha e o Nanacho!!!...
…o tempo é cruel, não pára, não perdoa, vai-se arrastando, vai-se extinguindo, vai-nos afastando desses momentos, os da infância e…por acaso, sem intenção de polemizar, longe de mim tal ideia, lendo…aqui no Fórum, algo que se assemelha, voltei a ser criança, a desses tempos bem diferentes, os da penúria intensa, os que muitos recordam com saudade, pela fartura, outros…pela saudade das diabruras, das brincadeiras, das amizades, dos temíveis, nas pandilhas…especialmente, os já referidos, que… espero, estejam vivos, a quem…se, por acaso, tiverem conhecimento deste meu escrito, envio um abraço, bem forte, esquecendo alguma pedrada que me deram, alguma sova que me propinaram, na altura!!!...
…por nós, em plena liberdade, num Mundo mais seguro, no contacto com os outros, com a própria vida…íamos ganhando defesas, íamos aprendendo, endurecendo!!!... Os que, como eles, mais pobres entre os pobres…mais ainda, mais endurecidos se tornavam, umas feras…sem rival, temidos!!!... Isto, há uns tempos, num Universo mais pacífico, sem tanta ganância, sem tanta hipocrisia, sem tanta mentira!!!...
…nos tempos que decorrem, os presentes, para as crianças… o melhor do Mundo, concordo, desde que os pais possuam meios, pertençam a classes sociais médias ou elevadas, todos os cuidados são poucos, autênticas redomas de vidro, em volta dos pingentes, com razão, pela perversidade, pela adversidade, pela crueldade…pelas armadilhas que se lhes deparam, a qualquer momento, num instante!!!... Mas, há sempre um mas, nisto e em tudo!!!... Há o reverso da medalha, tanto agora, como dantes!!!... Nesta sociedade desequilibrada de paizinhos que ganham milhões, doutros que se governam com uns tostões e muitos outros que…nem isso, só miséria, com frutos, com rebentos, mal abrigados, ao relento, sem carinho, ao desprezo, com carradas de frustrações…surgem os Nechas modernos, os Nachos actualizados, os Nanachos desprezados, os párias dum País, deste que se diz Europeu, do século XXI!!!... Sozinhos ou em bandos, vão fazendo os seus estragos, vítimas da situação, dum sistema desigual, roubando, massacrando, matando…tentando, por eles próprios, obter o que nunca tiveram, sequer, a parte material da questão, destruindo-se irremediavelmente…perante a incúria de quem não quer ver, de quem se não interessa um pouco, de quem está bem, tal como os seus, de quem se limita a distribuir umas simples migalhinhas, fazendo uma caridadezinha, insignificante, comezinha!!!...
…é o quadro vigente, passadas umas décadas, com evolução, claro…natural, dado os tempos, num Portugal desigual, pobre, miserável, sem cheta, com aumento de criminalidade, sem verdade, com hipocrisia, por parte de quem se não enxerga, de quem se limita, convencidos que estão…do que não são, dos que se governam, dos que viram costas a esta terrível situação, com tantos Nechas, Nachos e Nanachos…por tantos lados!!!... Sherpas!!!...
... somos NADA!!!... (antiga)
…custa a…engolir!!!...
…felizmente, já passado!!!...Tive esse problema, durante uns tempos, penoso para mim, para a minha família, em geral!!!...Com alimentação adequada, novos hábitos, é evidente…o mal foi-se, mas… deixou marcas, lembranças, fez-me escrever sobre o referido, apercebi-me que, quando não temos saúde, não somos nada!!!...Indefesos, vulneráveis, é como nos sentimos…podem crer!!!...
Ao comer, por vezes, engasgo,
tenho dificuldade em deglutir
fico de olhos abertos, de pasmo,
nervoso, parado, sem engolir,
tudo se me tolda, enegrece,
no meu corpo, no meu espírito,
tão somente me apetece
dar um urro, dar um grito,
mas, de repente, acontece
que o mal-estar desaparece
e, num repente, sem eu querer
o que me fazia sofrer
maldizer a minha sorte
dá-me alívio, descanso
torna-me saudável, forte
esquecendo logo o meu pranto
meu desejo enorme
de resolver este percalço
que, tenha sede ou tenha fome,
desfaz os projectos que faço
me leva a considerar
que há quem viva, quem coma
sem, nisto, tão pouco pensar
pelo facto simples, banal
de nada lhes alterar
o suco interno, estomacal,
que, aliado ao hiato,
já, de há muito, herniado
me interrompe, fica parado,
o peixe, a carne, o pato,
qualquer tipo de prato,
esquisito, elaborado,
que, para mim, são barreiras
difíceis de ultrapassar,
severas, cruéis fronteiras
que me levam a pensar
que há quem viva… para comer
há quem coma… para viver,
um dilema muito agastante
que, num dia, num instante,
poderia tentar resolver
com auxílio de um tratante
que me fizesse sofrer
a fim de ver, investigar
como me havia de cortar
encharcando-me de drogas,
depois de provas e provas,
fáceis, difíceis, morosas,
nos impessoais consultórios,
nos agonizantes laboratórios,
desses profissionais ferozes
que, como carrascos algozes,
vão fazendo experiências
em nome de tantas ciências
discutíveis, imprecisas
que ceifam tantas vidas
que lhes são postas nas mãos,
quando úteis, bem sãos,
são devidamente encaminhados
para outros sítios, outros lados!!!...
…depois do mal passado, outro galo canta, claro!!!... O passado, já passou!!!... Agora, somos o que somos, não o que fomos…num pedaço, num mau bocado!!!... A vida é assim, como uma roda gigante, vai rodando, rodando, ora em cima, ora em baixo!!!...Coisas!!!...
…com individualidades ministeriáveis, muitas vezes, duvidáveis…com antecedentes controversos, fracos currículos, poucas personagens, alapadas, como se nada, sem bom senso, irresponsáveis…fracas competências, como excelências!!!... Outras, com atitudes prepotentes, tentando comportar-se, como gentes… desautorizadas, logo a seguir, nas poucas medidas tomadas…pequenos nadas!!!... O chefe do pelotão, não ao que economia se refere, com avanços, com recuos, com emendas em cima dos joelhos, consensual, casual…não fazendo caso, não dando importância, aparentemente, sem jactâncias!!!... Com rentrée mais produzida, coisa esmerada, mais fina…agora, como Universidade de…fim de Verão, pois então!!!... Dá um ar de cultura, não dá???...
…a situação política actual, é tal e qual…um hiato, simplesmente!!!...Custa a engolir mas, passa!!!... Mais depressa do que muitos pensam, julgo eu…claro!!!... A ditadura foi longa, nos tempos do Salazar, do Caetano mas…passou!!!...Essa, sim…foi algo mais grave do que um hiato!!!... Isto, de agora, é uma questão de momento, basta querer!!!... Não há populismos, nem demagogias intensas, que nos convençam, conhecemo-los…de ginjeira!!!... Não esqueçam…hoje, é domingo, claro!!!...Sherpas!!!...
…felizmente, já passado!!!...Tive esse problema, durante uns tempos, penoso para mim, para a minha família, em geral!!!...Com alimentação adequada, novos hábitos, é evidente…o mal foi-se, mas… deixou marcas, lembranças, fez-me escrever sobre o referido, apercebi-me que, quando não temos saúde, não somos nada!!!...Indefesos, vulneráveis, é como nos sentimos…podem crer!!!...
Ao comer, por vezes, engasgo,
tenho dificuldade em deglutir
fico de olhos abertos, de pasmo,
nervoso, parado, sem engolir,
tudo se me tolda, enegrece,
no meu corpo, no meu espírito,
tão somente me apetece
dar um urro, dar um grito,
mas, de repente, acontece
que o mal-estar desaparece
e, num repente, sem eu querer
o que me fazia sofrer
maldizer a minha sorte
dá-me alívio, descanso
torna-me saudável, forte
esquecendo logo o meu pranto
meu desejo enorme
de resolver este percalço
que, tenha sede ou tenha fome,
desfaz os projectos que faço
me leva a considerar
que há quem viva, quem coma
sem, nisto, tão pouco pensar
pelo facto simples, banal
de nada lhes alterar
o suco interno, estomacal,
que, aliado ao hiato,
já, de há muito, herniado
me interrompe, fica parado,
o peixe, a carne, o pato,
qualquer tipo de prato,
esquisito, elaborado,
que, para mim, são barreiras
difíceis de ultrapassar,
severas, cruéis fronteiras
que me levam a pensar
que há quem viva… para comer
há quem coma… para viver,
um dilema muito agastante
que, num dia, num instante,
poderia tentar resolver
com auxílio de um tratante
que me fizesse sofrer
a fim de ver, investigar
como me havia de cortar
encharcando-me de drogas,
depois de provas e provas,
fáceis, difíceis, morosas,
nos impessoais consultórios,
nos agonizantes laboratórios,
desses profissionais ferozes
que, como carrascos algozes,
vão fazendo experiências
em nome de tantas ciências
discutíveis, imprecisas
que ceifam tantas vidas
que lhes são postas nas mãos,
quando úteis, bem sãos,
são devidamente encaminhados
para outros sítios, outros lados!!!...
…depois do mal passado, outro galo canta, claro!!!... O passado, já passou!!!... Agora, somos o que somos, não o que fomos…num pedaço, num mau bocado!!!... A vida é assim, como uma roda gigante, vai rodando, rodando, ora em cima, ora em baixo!!!...Coisas!!!...
…com individualidades ministeriáveis, muitas vezes, duvidáveis…com antecedentes controversos, fracos currículos, poucas personagens, alapadas, como se nada, sem bom senso, irresponsáveis…fracas competências, como excelências!!!... Outras, com atitudes prepotentes, tentando comportar-se, como gentes… desautorizadas, logo a seguir, nas poucas medidas tomadas…pequenos nadas!!!... O chefe do pelotão, não ao que economia se refere, com avanços, com recuos, com emendas em cima dos joelhos, consensual, casual…não fazendo caso, não dando importância, aparentemente, sem jactâncias!!!... Com rentrée mais produzida, coisa esmerada, mais fina…agora, como Universidade de…fim de Verão, pois então!!!... Dá um ar de cultura, não dá???...
…a situação política actual, é tal e qual…um hiato, simplesmente!!!...Custa a engolir mas, passa!!!... Mais depressa do que muitos pensam, julgo eu…claro!!!... A ditadura foi longa, nos tempos do Salazar, do Caetano mas…passou!!!...Essa, sim…foi algo mais grave do que um hiato!!!... Isto, de agora, é uma questão de momento, basta querer!!!... Não há populismos, nem demagogias intensas, que nos convençam, conhecemo-los…de ginjeira!!!... Não esqueçam…hoje, é domingo, claro!!!...Sherpas!!!...
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
... nos princípios da... monarquia!!!... (antiga)
...nos princípios da monarquia, no séc. XII, nos tempos de Afonso, o primeiro, quando nos rebelámos e firmámos como Nação independente, alijando a incómoda carga dos castelhanos, utilizando todos os esquemas, as guerras e...as falsas promessas, sobressaiu uma figura de homem vertical, pela honestidade e inteireza, pelos princípios que o norteavam, o professor do jovem e truculento rei do futuro reino independente que, à época, ainda era e só, condado, apenas condado, mais um dos que prestavam vassalagem a Castela, Egas Moniz...não sei porquê nem como, mas o certo é que, umas vezes por outras, esta personalidade do séc.XII assola-me o pensamento e...tal como um filme do Spielberg, revejo-o, na sua majestade, de corda ao pescoço, com a família, pronto a pagar, pela quebra do que havia prometido, pelo que o jovem e agressivo Afonso tinha mandado para as urtigas, o prestar vassalagem a Castela...homem honesto e de uma só palavra, inteiro para a época, exemplo para os vindouros...tenho de reconhecer que dos dois, do Afonso e do Egas Moniz, é difícil fazer uma escolha criteriosa e justa pois o primeiro, com a sua juventude e irreverência, senão rebeldia, mediante todos os estratagemas utilizados, deu-nos um bem precioso, a liberdade, a independência, a identidade como Nação, perdida mais tarde, por altura dos Filipes espanhóis, época sombria e de pilhagem que perdurou por cerca de sessenta anos durante os quais tudo, o que tínhamos de bom, nos foi sonegado ou destruído até ao episódio do tristemente famoso Miguel de Vasconcelos, da época, atirado por uma janela do Paço da Ribeira, traidor e deslumbrado que, deu fruto...agora também os há, os que prestam vassalagem ao Aznar e ao rei João Carlos e Cª. Mas, como ia dizendo, devemos o nosso País, desde há oitocentos anos, ao rei Afonso, o primeiro, nunca esquecendo, por nunca, a figura ímpar da honestidade, da palavra dada, do que, pela falta de cumprimento, não dele mas do seu ex-aluno, punha a sua vida e a dos seus, nas mãos do castelhano...velhos tempos, bons tempos, grande raça, tremenda coesão, unidade enorme, objectivo único, grande Nação... no seu despontar. Passados estes oito séculos, por via do dinheiro, do deslumbramento de quem nos administra, não consigo vislumbrar rastros, leves que sejam, de homens com dignidade, com princípios, com ambição, honestos e verticais, como o rei Afonso ou como o Egas Moniz e, embora tenha receio de me enganar e estar a levantar falsos alarmes, recordo-me muito do desgraçado período dos Filipes, da duquesa de Mântua e do deslumbrado Miguel de Vasconcelos pois a época actual é muito semelhante a essa, a do séc.XVI, com visitas do Aznar ao cantinho Luso, para ver como as coisas andam e, umas passeatas assíduas das cabeças coroadas espanholas, pai e filho, por esta espécie de condado das terras de Espanha, mais uma futura região autónoma dos nuestros hermanos, vuestros que no mios...tudo isto devido a um Durão Barroso que se passeia pelo Mundo, com a corda ao pescoço, sem o aval da família, o Povo Português, que não é visto nem achado...e, lá vamos, cantando e rindo, não sei para onde, em más companhias ou...atrás e a abanar o rabinho de satisfação, sempre, mas sempre, com sorrisos de deslumbração bacoca e...em bicos de pés...porque será???...É a opinião deste insignificante e vulgar cidadão anónimo que...pensa com pessimismo e sem... ismos, porque não deixa de ser o que é, um livre pensador...
Ah!...É verdade!...Homens como o Egas Moniz, cumpridores da palavra dada, homens de uma só palavra, já não existem, foi chão que deu uvas e...homens com ambição nacional, de independência total, com objectivos precisos e concisos, como o rei Afonso que fazia as suas guerras mas que não entrava nas guerras dos outros a abanar o rabo e sequioso dos despojos, também já não há porque, os que há, preferem o facilitismo e viver na sombra das grandes mentiras internacionais, infelizmente e para mal de todo um Povo que se não identifica com determinadas atitudes mas, que nada pode fazer, porque lhe não passam cartão...
…um abraço do Sherpas!!!...
... escrever ao sabor do... pensamento!!!... (antiga)
...escrevinhar, ao acaso, pelo simples facto de me sentir bem, quando o faço, por concordar com o que escrevo, por me rever nos pensamentos que me assolam a mente, por tirar partido do que concretizo, escrevendo, por criar algo que não existia, antes de o fazer... escrevinhar, por escrevinhar... um modo de estar na vida, como outro qualquer, um gozo, um sonho que se realiza, uma fantasia, uma mania ou...um entretenimento... o que quiserem :
- Escrever ao sabor do pensamento/deixar divagar a mente como uma corrente/fruir o ar, como uma lufada de vento/pensar, no momento, tal como se sente/comparar uma montanha escarpada/com uma vaga descomunal de mar/com uma floresta virgem, cerrada/com algo mui difícil de alcançar/trocar sensações diversas e raras/expurgá-las nos seus recônditos profundos/porque, quanto mais puras, mais caras/mais límpidas, em locais imundos/em todas as suas facetas diversas/de ascetas penitentes, de beatos convictos/de escórias dejectas e imersas/na profunda escuridão das lendas e dos mitos/na profanação do belo e etéreo/que nos assola a cada instante/quando rola o pensamento/divagando como o vento/numa corrente que se liberta livremente/quando se pensa, como se sente/comparando aves multicolores/com vinhos frutados, de vários sabores/com gentes estranhas, fantasmagóricas/destorcidas, enormes, alegóricas/montanhas e vales formosos/com a rude obra humana/templos e edifícios famosos/com paisagem idílica que nos chama/que nos leva a sentir Olímpicos/junto dos Deuses que adoramos/das cruzes, das estátuas, dos trípticos/daqueles com quem nos comparamos/na nossa simplicidade de mortais/venenosos, falsos e cruéis/bem piores dos que vegetam como animais/inferiores às prostitutas nos bordéis/criaturas comidas e avassaladas/no íntimo e nas carnes dilaceradas/usadas na voragem egoística/de quem compara, utilizando/tudo o que vê, tudo o que estraga/tudo o que desperdiça, porque vai usando/como uma epidemia, como uma praga!...
... cuidado com os vorazes, com os predadores deste Mundo... eles podem criar riqueza mas, por muita que criem, não abdicam dela, dão só umas migalhinhas e...nunca se fartam... tal como os pescadores, ou os caçadores que, quando mais animais apanham, mais animais querem apanhar... são insaciáveis e... só pensam neles e nos deles, ultrapassando tudo e todos... simples opinião dum insignificante e vulgar cidadão anónimo que, a maior parte das vezes, se revela um autêntico escreve (fala) barato... Sherpas!!!...
- Escrever ao sabor do pensamento/deixar divagar a mente como uma corrente/fruir o ar, como uma lufada de vento/pensar, no momento, tal como se sente/comparar uma montanha escarpada/com uma vaga descomunal de mar/com uma floresta virgem, cerrada/com algo mui difícil de alcançar/trocar sensações diversas e raras/expurgá-las nos seus recônditos profundos/porque, quanto mais puras, mais caras/mais límpidas, em locais imundos/em todas as suas facetas diversas/de ascetas penitentes, de beatos convictos/de escórias dejectas e imersas/na profunda escuridão das lendas e dos mitos/na profanação do belo e etéreo/que nos assola a cada instante/quando rola o pensamento/divagando como o vento/numa corrente que se liberta livremente/quando se pensa, como se sente/comparando aves multicolores/com vinhos frutados, de vários sabores/com gentes estranhas, fantasmagóricas/destorcidas, enormes, alegóricas/montanhas e vales formosos/com a rude obra humana/templos e edifícios famosos/com paisagem idílica que nos chama/que nos leva a sentir Olímpicos/junto dos Deuses que adoramos/das cruzes, das estátuas, dos trípticos/daqueles com quem nos comparamos/na nossa simplicidade de mortais/venenosos, falsos e cruéis/bem piores dos que vegetam como animais/inferiores às prostitutas nos bordéis/criaturas comidas e avassaladas/no íntimo e nas carnes dilaceradas/usadas na voragem egoística/de quem compara, utilizando/tudo o que vê, tudo o que estraga/tudo o que desperdiça, porque vai usando/como uma epidemia, como uma praga!...
... cuidado com os vorazes, com os predadores deste Mundo... eles podem criar riqueza mas, por muita que criem, não abdicam dela, dão só umas migalhinhas e...nunca se fartam... tal como os pescadores, ou os caçadores que, quando mais animais apanham, mais animais querem apanhar... são insaciáveis e... só pensam neles e nos deles, ultrapassando tudo e todos... simples opinião dum insignificante e vulgar cidadão anónimo que, a maior parte das vezes, se revela um autêntico escreve (fala) barato... Sherpas!!!...
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
... justiças e... injustiças!!!... (antiga)
...justiças e injustiças, escutas legais ou ilegais, razões e não razões, consciência ou falta dela, são, mais ou menos, as confusões que nos mantêm boquiabertos e suspensos do que virá futuramente cair sobre esta pobre democracia que, embora o tempo passe, não há meio de proporcionar algo de bom aos portugueses... as clubites acentuam-se, a nível futebol e político, para mal dos que lhes são indiferentes, dos que lhes passam ao lado e...é lamentável que, perante tanto espectáculo, tanto circo, o Povo não exija pão, não exija justiça, não exija liberdades e garantias, não exija razão, a razão dos que devem ser conscientes do que fazem. A justiça humana, tal como o próprio ser humano, é falível e compreende-se que falhe, o que me parece não existir é a coragem de admitir tal facto e mais grave ainda é a intenção, talvez bem intencionada, por parte dum partido minoritário, insignificante, de manipular (ou não???) a dita cuja por parte dum ministério, de magistrados e inspectores demitidos com a inclusão doutros, de maior confiança (publicado em todos os meios de comunicação ) para o líder desse grupo, líder esse, com graves suspeições sobre os ombros, arrastando-as como se duma cruz se tratara e com um passado jornalístico pleno de jogadas maquiavélicas, destruidoras de muitos políticos, inclusive duma governação por inteiro ( o folhetim era semanal, no Independente). Figura diabólica,(???...) populista e demagógica, sem ética nem moral, imprescindível, no entanto, para a manutenção, a qualquer custo, desta actual administração que, até agora, não nos recuperou da Tanga, antes nos colocou em situação bem mais negra e pessimista. A justiça anda atarefada,(parece, não é???...) e o Senhor Presidente da República apela à serenidade e à confiança, em vão, penso eu de que... quanto às escutas legais ou não parece-me que, desde que fundamentadas, muito bem , em relação a determinados indivíduos, melhor ainda, a líderes de partidos na oposição, é um caso grave, de extrema gravidade e faz-me lembrar os tempos da outra senhora... será que estamos a regredir???...Parece-me bem que sim!...No meio de todas estas trapalhadas há os que têm razão, os que têm razão para desconfiar, os que fundamentam as suas razões noutras molhadas do passado, orquestradas por certo senhor, razões muito fortes para não acreditarem, para não terem confiança, para perderem a serenidade porque os que querem ter razão, os do sentido de Estado, já a perderam há muito, com provas dadas desde há um ano para cá e de todo um historial triste, bem triste de verdade. Ao fim e ao cabo resta-nos a consciência, a consciência de quem, porventura, ainda tenha consciência que com a sua falta de consciência, arrisca-se a crucificar, na praça pública, todas as instituições e, bastante pior, a justiça e... a democracia, a nossa jovem democracia... Sherpas!!!...
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