... este,
não é o meu mundo,
indo ao âmago, indo ao fundo,
depreciando o horror, o imundo,
numa destruição, o perverso,
o genocida que se bandeia,
frente ao que faz, o desfeia,
juntamente com o pedófilo do capital,
que guerreia para esconder,
o roubo, a mentira, a rapariga, o rapaz,
aversão,
seres abomináveis contra fanáticos,
potências que se digladiam,
vítimas que se amontoam,
ruínas que são escombros
das bombas, dos estrondos,
terras raras, tão caras,
dessevolução, agressão,
sem regras, interpretação de quem pode,
instituição que se não respeita,
pequenos que votam, enormes que vetam,
quanto aklem,
para que serve tu...
ONU???...
mundo insensato,
diferente,
quanta e quanta gente, um mentecapto,
uma serpente,
colóquios, cimeiras, encontros,
bolsa louca que não pára, nos altos, nos baixos vertiginosos,
quebras, altas constantes,
dinheiro a jorros, petróleo,
do bilionário, que se forra ,
que mata, e turra,
no enfrentamento, na luta,
carteira do indigente,
sem altar, doce sacrário,
rezas e ladainhas, mártires que s´acumulam,
enquanto dançam e pulam,
ao som da morte, ali ao lado,
dor, ruína, destruição,
bomba que vai, que vem,
sem paroxismo da luta, cruel, insana,
tamanha...
mediania que se passa, passeia, vai a banhos, ao restaurante,
vive, comenta, aceita,
alheia, coisa sem graça,
mostra, como fachada,
dura estratégia, vil peçonha, quanta manha,
numa indiferença total.
grandes potências, ambições,
barbaridades, tostões,
fominha,
antítese dum mundo hegemônico,
sempre presente, estorieta d´encantar,
David e Sansão, com fisga na mão,
lá se foi o matulão...
de igual, para igual,
mais multipolar...
... Sherpas!!!...

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